Pulseira inteligente pode reduzir preço do seguro


A tecnologia continua “invadindo” o mercado de seguros com novidades que, em breve, deverão alterar profundamente as relações entre consumidores, corretores e seguradoras.


Esse processo ocorre mais rapidamente nos países desenvolvidos, particularmente nos Estados Unidos, onde já seguradora exigindo que os segurados usem pulseiras inteligentes e que compartilhem esses dados.


Segundo a revista Exame Informática, esse é o caso do John Hancock, uma das mais antigas e tradicionais seguradoras do mercado norte-americano, que se rendeu a modernidade e decidiu interromper a comercialização de seguros de vida “tradicionais”.


O objetivo é obrigar eventuais segurados a utilizarem as opções mais modernas. No plano Vitality básico, por exemplo, os dados da atividade física do cliente são recolhidos através de uma pulseira inteligente. Caso os objetivos sejam atingidos, os segurados podem ter um desconto de até 15% nos prêmios.


Desde, claro, que seja cedida a monitorização de dados de saúde e de fitness recolhidos através de wearables.


A seguradora também ganha com a melhoria da qualidade de vida do cliente, que vivem mais tempo e pagam pelo seguro durante mais tempo também.

Segundo a publicação, os novos planos irão entrar em vigor em 2019 e não parecem ser opcionais.


A revista questiona também se a John Hancock vai conseguir detectar tentativas de fraudes, que permitem aumentar os indicadores de atividade física, mesmo sem ter o segurado feito qualquer exercício.

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