Seguros pessoais e de vida ganham sentido de urgência


Danilo Sobreira, Presidente do Conselho Consultivo do CVG-RJ

No momento em que o mundo se vê ameaçado por um inimigo comum e

invisível, a população percebe com mais clareza a importância de contratar

uma cobertura securitária. O seguro ganha, cada vez mais, um sentido de

urgência. Nota-se clara mudança nas rotinas das pessoas diante do

confinamento, já que os lares passaram a ser, para muitos, o local de trabalho.

O regime de home office mudou por completo as rotinas das residências, o

movimento de nossas casas.


Além do trabalho remoto exercido pelos pais e chefes de família, os filhos

passaram a ter, obrigatoriamente, o ensino a distância, ao passo que as

atividades domésticas assumiram um ritmo diferente. Além disso, há uso mais

intenso de equipamentos. Essa movimentação intensa nos lares implica a

alteração  de riscos, sendo imperativo rever cuidadosamente as formas

adequadas de precaução neste novo ambiente.


A necessidade de buscar proteção e tranquilidade em um cenário de grandes

mudanças é cada vez mais evidente. Por certo, a contratação de seguro

poderá trazer mais tranquilidade às pessoas, tanto no objetivo de proteger seus

bens materiais como também em relação à cobertura pessoal.


Os seguros de vida e de pessoas, em especial, fazem toda a diferença no

bem-estar das famílias. Com a apólice em mãos, os pais têm a garantia de

que, se algo acontecer com eles, os filhos poderão continuar estudando em

uma boa escola e fazer a faculdade que tanto desejam. Ou ainda que o

cônjuge terá condições de arcar com as despesas da família e seguir adiante.

Neste cenário de grande apreensão, os seguros pessoais ganham significado

ainda mais relevante. Eles contemplam, por exemplo, a possibilidade de o

segurado continuar exercendo suas atividades profissionais por conta de um

grave acidente. Existem ainda coberturas que repõem uma parte do que se

está deixando de ganhar por não poder trabalhar em determinado período.


Em particular, quando nos referimos ao seguro de vida sabemos que ele não

traz de volta a pessoa falecida, porém preserva a família, que é a base da

existência da sociedade.


Importante sempre lembrar uma famosa frase de Winston Churchill. “Se fosse

possível, escreveria a palavra seguro no umbral de cada porta, na fronte de

cada homem, tão certo estou de que o seguro pode, mediante um desembolso

módico, livrar as famílias de catástrofe irreparáveis”.


A vida, afinal, é o nosso patrimônio maior.


Por Danilo Sobreira, Presidente do Conselho Consultivo do CVG-RJ

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